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IV Jornadas de Contabilidade e Gestão
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![]() IV Jornadas de Contabilidade e Gestão, Lisboa, Janeiro de 1994
DIA 14 DE JANEIRO DE 1994 09.00h – RECEPÇÃO DOS CONVIDADOS E PARTICIPANTES 11.00h – 1º TEMA: LEASING ORADOR - Dr. Gastambide Fernandes ORADOR - Dr. Hélder Antunes PRESIDENTE - Doutor Caetano Léglise da Cruz Vidal SECRETÁRIO - Dr. Manuel Mendes Ferreira 12.30h – INTERVALO PARA ALMOÇO 14.30h – 2º TEMA: CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS ORADORA - Dra. Ana Paula Saúde ORADORA - Dra. Maria dos Prazeres MODERADOR - Dr. José Vieira dos Reis PRESIDENTE - Dr. António Domingos Henrique Coelho Garcia SECRETÁRIO - José Luís Arsénio Rochinha 16.00h – INTERVALO PARA CAFÉ 16.30h – 3º TEMA: ARTICULAÇÕES CONTABILIDADE/FISCALIDADE ORADOR - Prof. Doutor Rogério Fernandes Ferreira ORADOR - Dr. Manuel Sousa Meireles PRESIDENTE - Prof. Doutor Camilo Cimourdain de Oliveira SECRETÁRIO - Mário de Sousa Azevedo DIA 15 DE JANEIRO DE 1994 09.00h – 4º TEMA: FLUXOS FINANCEIROS ORADOR - Dr. Manuel Luís Graça ORADORA - Dra. Fernanda da Conceição Graça MODERADOR - Dr. João Amaro Santos Cipriano PRESIDENTE - Prof. Doutor Manuel Duarte Ferreira SECRETÁRIO - Leonel da Silva Pontes 10.30h – INTERVALO PARA CAFÉ 11.00h – 5º TEMA – CONTABILIDADE SECTORIAL ORADOR - Dr. António Campos Pires Caiado MODERADORA - Dra. Maria Amélia Nunes de Almeida PRESIDENTE - Dr. António Joaquim Carvalho SECRETÁRIO - Dr. Joaquim Daniel Costa Neves 12.30 HORAS – INTERVALO PARA ALMOÇO 14.30 HORAS – 6º TEMA: CONTABILIDADE E AUDITORIA ORADOR - Dr. Carlos A. Batista da Costa MODERADOR - Dr. Leopoldo Assunção Alves PRESIDENTE - Dr. Hernâni Olímpio Carqueja SECRETÁRIO - Dr. Nuno Pinto Fernandes 16.00h - INTERVALO PARA CAFÉ 16.30h – 7º TEMA: PROBLEMÁTICA CONTABILÍSTICA DO IMOBILIZADO ORADOR - Dr. José Alberto Pinheiro Pinto MODERADOR - Dr. José Rodrigues Jesus PRESIDENTE - Prof. Doutor Rogério Fernandes Ferreira SECRETÁRIO - Amadeu Ferreira Figueiredo 18.00h – CONCLUSÕES 18.30h – SESSÃO DE ENCERRAMENTO 20.00h – JANTAR DE ENCERRAMENTO
1.º - Ao voltarem a esgotar a lotação de uma das maior salas de congressos do País para assistir e participar na divulgação, análise e critica de novos procedimentos contabilísticos e fiscais e para reflectir em conjunto sobre novos temas de interesse para a gestão das entidades económicas que servem, reafirmaram a sua elevada consciência profissional, a sua motivação para a realização de uma formação profissional continua e o desejo de colocarem ao serviço da Comunidade os progressos verificados no domínio da gestão e da contabilidade. 2.º - Os procedimentos contabilísticos devem ter em vista a satisfação das múltiplas necessidades de informação a que procuram dar resposta. Contudo, a necessidade de facultar uma imagem fiel da situação e do proteiformismo patrimonial das entidades económicas não pode ser secundarizada face à necessidade de produzir a informação requerida pela Administração Fiscal. 4.º - No que diz respeito à consolidação de contas de empresas concluiu-se pela conveniência de garantir que todas as demonstrações financeiras individuais das empresas a consolidar respeitem os mesmos princípios contabilísticos e critérios valorimétricos adoptados na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas. 5.º - O regime de tributação pelo lucro consolidado proporcionou poupanças fiscais significativas, motivando o interesse de um número crescente de grupos empresariais pela sua aplicação. Esta possibilidade aberta pelo legislador tem-se mostrado particularmente interessante para grupos formados por sociedades que apresentam prejuízos e por sociedades lucrativas, por permitir a livre comunicabilidade dos prejuízos de umas às outras, sem que se esgotem nesta situação as vantagem do R.T.L.C. Todavia as alterações de que este regime agora foi alvo revestiram-se de um carácter limitador, carecendo o seu conteúdo de clarificação. 6.º - Os participantes nas Jornadas efectuaram reflexões sob diversas ópticas, porventura conducentes a conclusões dispares, no que respeita a matérias tais como: 7.º - Na sequência do Regulamento n.º 93/11 de 30.11.93 da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e da Directriz Contabilística n.º 14/93 da Comissão de Normalização Contabilística, as Demonstrações de Fluxos de Caixa passam a desempenhar um papel de grande relevo na análise financeira das empresas, credor da melhor atenção dos técnicos de contas. De entre os dois métodos de apresentação dos fluxos de caixa foi considerado como preferível o método directo, dado que este além de proporcionar uma informação mais completa e detalhada, facilita a estimativa de fluxos de caixa futuros. 8.º - No tocante à contabilidade sectorial, foi reconhecida a escassez de planos aprovados e a necessidade de dar uma maior atenção à sua elaboração, afim de que a contabilidade possa desempenhar a sua função de fornecer informação para a gestão. Esta necessidade é ainda potenciada pelas características do tecido empresarial português, onde predominam as pequenas e médias empresas. 9.º - A Contabilidade e a Auditoria tiveram um desenvolvimento considerável em Portugal nos últimos 20 anos, o que não significa que a profissão no seu todo não careça de novos desenvolvimentos e enquadramentos, dependendo do bom relacionamento entre os Técnicos de contas e os Auditores/ROC a qualidade da informação financeira e, consequentemente, a credibilidade que deve ser transmitida aos investidores e aos seus outro utentes, sobretudo os que têm valores mobiliários cotados na bolsa de valores. 10.º - A problemática contabilística do imobilizado vem suscitando diversos problemas, nos quais se inclui a respectiva no Plano Oficial de contabilidade (veja-se a controversa designação de “investimentos financeiros”, o seu conteúdo e a sua valorimetria, assim como questões conexas com a relevação contabilística de custos plurianuais). 11.º - Dada a complexidade de que se reveste o tratamento contabilístico de alguns fenómenos patrimoniais que vêm surgindo na área financeira, reconhece-se a necessidade de fomentar a formação dos técnicos de contas em novas áreas, tais como as de matemática financeira e informática, sem descurar o estudo, sempre actual e muitas vezes esquecido, da teoria contabilística.” A APOTEC contou ainda com a presença de Sua Excelência o Senhor Ministro das Finanças, José Catroga, que presidiu à sessão de encerramento das Jornadas, e que no seu discurso proferiu palavras de apreço, agradecimento e encorajamento à classe dos Técnicos de Contas. In Jornal de Contabilidade n.º 203, Fevereiro de 1994 |
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